
Segurança operacional e viária
Nossa ambição é zero acidentes.
A segurança faz parte do projeto da planta desde o primeiro desenho. Analisamos os riscos de processo antes de construir, preparamos as equipes antes de operar e planejamos rotas, veículos e motoristas antes da primeira entrega. Tratamos cada incidente e cada quase acidente como informação para melhorar.
Imagem ilustrativa gerada por computação gráfica.
Segurança de processo e do trabalho.
Identificamos os perigos e avaliamos os riscos de cada planta ainda na concepção, com atenção ao biogás, ao H₂S, aos sistemas pressurizados e às interfaces com a usina. As etapas de engenharia, construção e preparação operacional definem as medidas de proteção, os requisitos de manutenção e as condições seguras de trabalho.
As equipes serão capacitadas para cada atividade e seguirão procedimentos de trabalho definidos. Qualquer pessoa poderá interromper uma atividade em condição insegura.
Segurança viária.
Planejamos a entrega do biometano com critérios de segurança para motoristas, demais usuários das vias e comunidades ao longo das rotas. Esses critérios abrangem a qualificação dos condutores, a gestão da fadiga, a velocidade, as distrações ao volante e o planejamento das viagens.
A operação logística considera a manutenção dos veículos, a integridade dos equipamentos de transporte de gás, a segurança nas operações de carga e descarga e as condições de acesso às usinas e aos clientes.
Transportadores e prestadores de serviços.
Os requisitos de segurança fazem parte da seleção e da contratação de transportadores e demais prestadores de serviços. Definimos responsabilidades, qualificação das equipes, condições dos equipamentos e formas de acompanhamento conforme o escopo e os riscos de cada atividade.
Ao contratar terceiros, mantemos a coordenação entre a Aventra, as usinas, os transportadores e os clientes ao longo da cadeia.
Preparação para emergências e aprendizado.
Cada projeto deverá contar com planos de resposta compatíveis com os riscos da planta e das rotas de transporte. Os planos definirão responsabilidades, comunicação e articulação com usinas, clientes e serviços de emergência.
O modelo de gestão prevê o registro e a análise de incidentes e quase acidentes para corrigir causas e revisar procedimentos. Esses instrumentos serão detalhados à medida que os projetos avançarem para construção e operação.